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Márcio da Eletropolo ignora emendas impositivas e vota com a base do prefeito: até onde vai o jogo duplo do vereador?

  • Foto do escritor: Matuto Criativo
    Matuto Criativo
  • 24 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura

Campina Grande vive dias de tensão política, e o centro da polêmica agora atende pelo nome de Márcio da Eletropolo. Eleito pelo PSB — partido do governador João Azevêdo e integrante da bancada de oposição à atual gestão municipal — o vereador votou a favor da Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2025 sem as emendas impositivas, ignorando uma das principais pautas da oposição na Câmara.


A atitude de Márcio gerou revolta entre colegas de bancada e trouxe à tona uma pergunta que não quer calar: a quem realmente serve o vereador?


Em três votações cruciais para a oposição, Márcio da Eletropolo decidiu caminhar ao lado do bloco situacionista, contribuindo diretamente para o esvaziamento do trabalho coletivo da oposição, que vinha buscando aprovar medidas importantes como a execução das emendas impositivas — instrumento legal que garante investimentos diretos em saúde, educação e infraestrutura por iniciativa do Legislativo.


Camaleão político ou jogada estratégica?


A postura ambígua do parlamentar tem rendido críticas e comparações nada elogiosas. Como apontado por interlocutores nos bastidores, "com olhos de siri, Márcio quer olhar para situação e oposição ao mesmo tempo" — uma tática que, embora funcional no jogo político, não passa despercebida aos olhos da população e de seus colegas de bancada.


No beisebol, esporte americano famoso por suas regras rígidas, três erros tiram o jogador do jogo. Na política campinense, Márcio já acumula três “rebatidas contra” a oposição. Resta saber: o PSB vai ignorar esse comportamento ou tomará providências?


O PSB vai reagir?


Diante do desgaste público e do prejuízo político, há quem defenda que o PSB exija o mandato de volta e que a bancada de oposição discuta a permanência de Márcio entre seus membros. Afinal, não se pode construir um projeto coletivo com quem constantemente quebra o pacto de lealdade política.


Os próximos dias prometem ser de clima quente na política de Campina Grande. E uma coisa é certa: a base de oposição não está disposta a tolerar mais rebatidas fora de campo.

 
 
 

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